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Cancro não é igual a certidão de óbito

20 de Junho 2010
A Liga Portuguesa Contra o Cancro vai comemorar 70 anos em 2011. A luta da instihiiçãoé uma marca destacada por Carlos Oliveira.
Carlos Oliveira, presidente da Liga Portuguesa Contra o Cancro (LPCC) que, em Portugal, tem desenvolvido um importantetrabalho na luta contra a doença oncológica, afirmou que o cancro não é igual acertidão de óbito.

Convidado do programa Dois Dedos de Conversa , gravado naGóis Joalheiro. o responsável da LPCC explicou que cerca de 10 por cento doscancros podem ser tumores hereditários. Os restantes estão associados a causasainda não completamente conhecidas pela medicitia, pelo que qualquer pessoa sepode ver confrontado com esta doença. Porque os tumores hereditários são aqueles que se manifestamnas pessoas mais jovens, Carlos Oliveira lembra a importância de adoptar uma atitudepreventiva em relação a esta doença, em particular no que diz respeito aocancro da mama e do ovário.

A convicção de Carlos Oliveira é de que, actualmente, cancro não é igual a certidão de óbito.Segundo o oncologista, o progresso da medicina permite abordar o cancro e transformá-lo numa doença crónica, por forma a prolongar ao máximo a vida do doente oncológico. Agora que começa o Verão,merece particular atenção a exposição ao sol e, também, os solários, soluçãoestética que Carlos Oliveira classifica como um problema muito grave. Idas àpraia, sempre com um protector solar forte e evitando a exposição solar entreas 11H30 e as 14H00.

Apesar dos progressos que a medicina fez na luta contra a doença oncológica, o impacto psicológico obriga a um acompanhamento especializado. É esse o objectivo das consultas de psico-oncologia, umprojecto caro que a LPCC só consegue manter com a ajuda de todos, uma vez que a única fonte de receitas provém de donativos.
Por Diário As Beiras a 15 de Novembro 2015

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