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Gordura abdominal aumenta risco de cancro pancreático nas mulheres

13 de Maio 2010

As mulheres que apresentam excesso de gordura abdominal podem ter um maior risco de desenvolver cancro no pâncreas, segundo um estudo publicado esta semana na revista científica Archives of Internal Medicine.


De acordo com os especialistas da Universidade de Nova Iorque, citados pelo site Bibliomed, os resultados confirmam a relação entre a obesidade, indicada pelo índice de massa corporal (IMC), e o risco de desenvolvimento de tumores neste órgão.

Avaliando dados do Instituto Nacional do Cancro dos EUA, incluindo mais de 2 mil pessoas com cancro pancreático e 2,2 mil sem a doença, os cientistas descobriram que, em todos os participantes, havia uma relação entre o aumento do IMC e um maior risco de desenvolver a doença.

De forma geral, a quarta parte do grupo de participantes que apresentava maior IMC tinha 33% maior probabilidade de desenvolver este tipo de cancro, comparados àqueles com menor IMC.

Cirunferência abdominal nas mulheres

De acordo com os autores, porém, a circunferência da cintura, que indica obesidade abdominal, teria uma relação ainda mais forte com a doença, principalmente entre as mulheres.

Os resultados mostraram que as mulheres que tinham excesso de peso eram 31% mais propensas ao cancro, comparadas àquelas com peso normal, e o risco era 61% maior entre as obesas. As mulheres com maior circunferência da cintura em relação ao quadril, por sua vez, tinham 87% maior risco de desenvolver cancro pancreático.

"Estes resultados, juntamente com estudos anteriores, apoiam fortemente o papel da obesidade no desenvolvimento do cancro no pâncreas", concluíram os autores.

As mulheres que apresentam excesso de gordura abdominal podem ter um maior risco de desenvolver cancro no pâncreas, segundo um estudo publicado esta semana na revista científica Archives of Internal Medicine.


De acordo com os especialistas da Universidade de Nova Iorque, citados pelo site Bibliomed, os resultados confirmam a relação entre a obesidade, indicada pelo índice de massa corporal (IMC), e o risco de desenvolvimento de tumores neste órgão.


Avaliando dados do Instituto Nacional do Cancro dos EUA, incluindo mais de 2 mil pessoas com cancro pancreático e 2,2 mil sem a doença, os cientistas descobriram que, em todos os participantes, havia uma relação entre o aumento do IMC e um maior risco de desenvolver a doença.


De forma geral, a quarta parte do grupo de participantes que apresentava maior IMC tinha 33% maior probabilidade de desenvolver este tipo de cancro, comparados àqueles com menor IMC.

 

Cirunferência abdominal nas mulheres


De acordo com os autores, porém, a circunferência da cintura, que indica obesidade abdominal, teria uma relação ainda mais forte com a doença, principalmente entre as mulheres.


Os resultados mostraram que as mulheres que tinham excesso de peso eram 31% mais propensas ao cancro, comparadas àquelas com peso normal, e o risco era 61% maior entre as obesas. As mulheres com maior circunferência da cintura em relação ao quadril, por sua vez, tinham 87% maior risco de desenvolver cancro pancreático.


"Estes resultados, juntamente com estudos anteriores, apoiam fortemente o papel da obesidade no desenvolvimento do cancro no pâncreas", concluíram os autores.


Por POP a 15 de Novembro 2015

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