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Marcha volta a lembrar que cancro tem cura

12 de Abril 2011
Foram menos do que em anos anteriores. Ainda assim, a marcha solidária pela saúde, organizada uma vez mais pelo núcleo da Madeira da Liga Portuguesa Contra o Cancro, realizou-se ontem de manhã, em ambiente de boa disposição. Em frente à Sé, onde decorreu a concentração dos participantes, houve quem cantasse e dançasse, numa alegria contagiante que, de resto, tem sido constante nestas marchas, realizada todos os anos, no âmbito do Dia Mundial da Saúde, assinalado a 7 de Abril.

Contando, também, com a participação de doentes, a marcha teve duas componentes. Por um lado, divulgar a saúde, o bem estar e a luta contra o cancro. Por outro, a de angariar fundos, sendo que as inscrições limitaram-se à compra de uma t-shirt com o valor de 5 euros. Pela primeira vez nos últimos dois anos, foram menos os participantes. Contudo, Helena Silva sublinhou que, desde início, a compra ou não da camisa foi facultativa. «Temos sempre mais de 100 pessoas a participar, porque vêm dos ginásios e de todos os lados. Este ano, ficamos na incerteza», explicou ao JM.

A marcha, como já atrás referimos, concentrou-se junto à Sé sendo que os participantes deslocaram-se, depois, em direcção à rotunda do Infante, descendo paraAvenida do Mar e com chegada junto ao teleférico, onde se realizou uma aula de ginástica ao ar livre.

Esta marcha foi o culminar de uma semana de grande actividade, que contou com acções na Ribeira Brava (segunda-feira), nas escolas e em alguns organismos de saúde. Helena Silva, além de ser membro da direcção é também doente oncológica, e tem aproveitado para fazer grande divulgação e ser parte do testemunho de que o cancro também pode ser tratado. «Temos estado muito ocupados, destacando-se ainda a actividade “Um dia pela vida”, que está a decorrer em Machico, com muita gente a aderir», sublinhou.

Confirmou ainda que, nos últimos tempos, também tem subido o número de pedidos de apoio à Liga. «A doença, às vezes, traz o desemprego e estamos a dar apoio a uma média de 100 pessoas por mês», concluiu.
Por Jornal da Madeira a 15 de Novembro 2015

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