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Mulheres são quem mais procura apoio

04 de Junho 2010
Linha de Apoio recebe 220 chamadas por mês. Além de informação sobre a doença, pessoas querem conhecer direitos.

A Linha de Apoio à Pessoa com Cancro recebe uma média de 220 telefonemas por mês. As mulheres são quem mais procura ajuda e o cancro da mama é o que suscita maiores dúvidas, segundo a Liga Contra o Cancro (LPCC).

São cada vez mais os doentes que procuram a Linha Cancro como forma de apoio à informação e de apoio emocional e profissional, afirma o presidente da Liga, Carlos Oliveira.

Desde que foi criada, em Setembro de 2007, a Unha já recebeu 7135 chamadas, a maioria prove- mente de Lisboa (43%) e do Porto (18%). A grande maioria são de mulheres: 73%.finta e cinco por cento procuram informação sobre a doença, 20% querem saber mais sobre os direitos gerais das pessoas com cancro, 17% sobre os direitos legais e 11% procuram apoio emocional.

Os doentes são os principais utilizadores deste serviço (60%) e os familiares ou amigos constituem os restantes 40%. A maior parte descobriu a Linha através dos centros hospitalares (4 1%) e da Internet (23%).

A equipaespecializada procura encaminhar a pessoa com doença oncológica e, sobretudo, tranquilizá-la e motivá-la para uma maior qualidade devida, assegura Carlos Oliveira.

Há um ano, a Linha criou também um serviço de correio electrónico (linhacancro@ligacontracancro.pt) para dar resposta aos doentes e familiares que preferem não telefonar.

Em Portugal, o cancro mata anualmente mais de 24 mil pessoas e é a primeira causa de morte até aos 75 anos. Em termos globais é a segunda. logo a seguir às doenças do aparelho circulatório.

Segundo os peritos da Agência Internacional de Pesquisa sabre o Cancro da Organização Mundial da Saúde, os cancros colorrectal, da mama e da próstata são os mais frequentes. Aliás, estes tumores são os mais frequentes nos países mais desenvolvidos responsáveis pela maior parte dos casos no mundo enquanto o cancro do colo do útero e o do fígado são mais comuns nos países em vias de desenvolvimento.
Por Diário de Notícias a 15 de Novembro 2015

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