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Saúde e Movimento com a "Teste Saúde"

04 de Julho 2010
A prática regular de actividade física preserva a capacidade de realizar tarefas do dia-a-dia, mesmo em idades mais avançadas. Também contribui para a prevenção da artrite ou reumatismo e para a diminuição do risco de fractura da anca, vários tipos de cancro, como do cólon e da mama, e diabetes do tipo 2.

Para obter benefícios, precisa, no mínimo, de manter o ritmo de duas horas e meia por semana de actividade aeróbia moderada, como caminhadas em passo acelerado. O total de minutos semanais é mais importante do que a frequência, intensidade ou duração.

Podem ser necessários anos de prática regular para diminuir o risco de problemas como cancro ou doenças cardíacas. Mas, em semanas ou meses, podem ser alcançados outros benefícios: redução da tensão arterial, aumento da força muscular e diminuição de sintomas depressivos.

De forma isolada, a actividade física é pouco eficaz para perder quilos. Mas contribui muito, se conjugada com hábitos alimentares saudáveis. O exercício regular, sobretudo intenso, permite ainda reduzir o apetite. No início, o ponteiro da balança pode subir devido ao desenvolvimento muscular, mas é uma situação transitória e saudável.

A actividade aeróbia moderada, durante a qual é possível um pequeno diálogo sem esforço, é mais eficaz para manter o peso do que exercícios de fortalecimento muscular. Para perder quilos, o ideal é a intensidade vigorosa. Entra neste nível quando não conseguir dizer mais do que duas palavras sem parar para respirar.

Nos jovens, o esforço moderado regular, aliado a uma dieta adequada, já combate o excesso de peso. Se for vigoroso, os resultados tornam--se mais rápidos. Nestas idades, é necessária, pelo menos, uma hora de prática por dia.

Atingido o peso ideal, pode estabilizá-lo com cuidados alimentares e, no mínimo, duas horas e meia a cinco horas, por exemplo, de caminhadas semanais com intensidade moderada (6 km por hora).

Quem pratica, pelo menos, duas horas e meia de actividade moderada por semana tem menos probabilidade de vir a sofrer de doenças cardiovasculares do que um sedentário. Durante o exercício, são raros os problemas cardíacos, como ataques ou morte súbita. O perigo surge, sobretudo, quando um adulto inactivo realiza actividades intensas sem se adaptar de forma gradual.
Por DN Ciência a 15 de Novembro 2015

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