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Ser ou não um grande fumador ligado às variações genéticas

26 de Abril 2010

As variações genéticas individuais influenciam o consumo de tabaco, apontam três estudos publicados na revista “Nature Genetics”. Uma equipa da empresa islandesa deCODE descobriu pequenas variações genéticas nos cromossomas 8 e 19, que tendem a aumentar o número de cigarros fumados diariamente, o que implica um risco maior de desenvolver cancro de pulmão.

Nos fumadores, cada cópia dessas variações está associada a um pequeno aumento da quantidade de cigarros fumados (na ordem de meio cigarro diário), mas também a um risco mais elevado de cerca de 10% do risco de cancro do pulmão.

Os outros dois estudos da universidade da Carolina do Norte (Estados Unidos) e de Oxford (Reino Unido) também identificaram variações genéticas, entre outros, do cromossoma 15, associadas à quantidade de cigarros fumados.

"Fumar faz mal à saúde de toda a gente. Mas é pior para alguns e as descobertas actuais reforçam a capacidade de identificar esses indivíduos e dar-lhes novos bons motivos para deixar de fumar", declarou à agência AFP Kari Stefansson, principal autor de um dos três estudos.

Por i online a 15 de Novembro 2015

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