Porque continuas a fumar?

O hábito e os seus efeitos

Os cigarros tradicionais

Está comprovado que o hábito de fumar traz vários malefícios - seja através do tabaco (que apresenta múltiplas substâncias cancerígenas) ou através da nicotina (que causa dependência).

Embora ainda não se conheçam inteiramente os efeitos a longo-prazo dos restantes mecanismos, sabe-se que o tabaco é o único fator de risco comum a quatro das principais de doenças crónicas.

É também um dos principais fatores de risco do Cancro do Pulmão – o tipo de cancro que mais mortes causa na Europa e cuja probabilidade de sobrevivência varia apenas entre 15% e 18% (5 anos após o diagnóstico).

As novas opções

Além dos cigarros tradicionais, uma percentagem significativa da população (10,6%) já recorre a outras alternativas, como tabaco aquecido ou cigarros eletrónicos.

Enquanto o número de fumadores de cigarros tradicionais diminuiu nos últimos 50 anos (menos cerca de 29%), estima-se que o número de fumadores destas novas opções venha a aumentar na mesma percentagem apenas nos próximos 7 anos.

Estudos demonstram que estas opções são menos prejudiciais para a saúde do que os cigarros e podem ajudar a diminuir o desejo pelos cigarros tradicionais.

Por este motivo, a maioria das marcas tem-se apoiado nestas premissas nas suas estratégias de marketing, criando mitos, como a ideia da ausência de dependência ou da existência de benefícios para a saúde.

No entanto, estas alternativas podem representar um perigo para a saúde pública por criarem uma nova dependência e poderem ainda ser consumidos em espaços onde a lei proibiu o consumo do tabaco.

O hábito de fumar, independentemente do mecanismo, coloca a nossa saúde em grande risco.
Então o que motiva este hábito?

Respira fundo e junta-te a nós na corrida contra o cancro. Cada passo é uma mensagem de esperança.


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