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Liga Portuguesa Contra o Cancro alerta: atraso na resposta compromete cura e tratamento dos doentes
No âmbito do Dia Europeu dos Direitos dos Doentes, que se assinala hoje, 18 de abril, a Liga Portuguesa Contra o Cancro (LPCC) reforça o seu compromisso com a defesa dos direitos dos doentes oncológicos em Portugal, considerando ser urgente a diminuição dos Tempos Máximos de Resposta Garantidos.
No âmbito do Dia Europeu dos Direitos dos Doentes, que se assinala hoje, 18 de abril, a Liga Portuguesa Contra o Cancro (LPCC) reforça o seu compromisso com a defesa dos direitos dos doentes oncológicos em Portugal, considerando ser urgente a diminuição dos Tempos Máximos de Resposta Garantidos (TMRG) no Serviço Nacional de Saúde (SNS).
Os dados mais recentes relativos aos TMRG para doentes oncológicos revelam uma situação preocupante, com um impacto significativo na vida e prognóstico destes doentes.
O ano de 2024 terminou com mais de 8.600 doentes oncológicos à espera da primeira consulta, sendo que quase 80% já tinham ultrapassado o tempo de espera recomendado. É particularmente relevante o aumento do incumprimento dos prazos para os casos muito prioritários, que deveriam ser atendidos em apenas sete dias.
Os tempos máximos para a realização da primeira consulta são sete dias para os casos muito prioritários, 15 dias para os prioritários e 30 dias para os normais.
“Esta é uma situação que se arrasta há demasiados anos. A demora no acesso ao diagnóstico e tratamento oncológico não é apenas uma questão de números, mas uma realidade que compromete as hipóteses de cura, a qualidade de vida e a dignidade dos doentes. No doente oncológico, este tempo de espera pode ter um grande impacto e representar uma situação de sobrevivência com má qualidade de vida”, salienta o Presidente da Liga Portuguesa Contra o Cancro, Vítor Veloso.
A Liga Portuguesa Contra o Cancro apela assim, por ocasião do Dia Europeu dos Direitos dos Doentes, a uma ação concertada entre as autoridades de saúde e o Governo para garantir que os direitos dos doentes oncológicos sejam respeitados. A redução dos tempos de espera é um passo fundamental para assegurar um acesso atempado e de qualidade aos cuidados de saúde.
Os dados mais recentes relativos aos TMRG para doentes oncológicos revelam uma situação preocupante, com um impacto significativo na vida e prognóstico destes doentes.
O ano de 2024 terminou com mais de 8.600 doentes oncológicos à espera da primeira consulta, sendo que quase 80% já tinham ultrapassado o tempo de espera recomendado. É particularmente relevante o aumento do incumprimento dos prazos para os casos muito prioritários, que deveriam ser atendidos em apenas sete dias.
Os tempos máximos para a realização da primeira consulta são sete dias para os casos muito prioritários, 15 dias para os prioritários e 30 dias para os normais.
“Esta é uma situação que se arrasta há demasiados anos. A demora no acesso ao diagnóstico e tratamento oncológico não é apenas uma questão de números, mas uma realidade que compromete as hipóteses de cura, a qualidade de vida e a dignidade dos doentes. No doente oncológico, este tempo de espera pode ter um grande impacto e representar uma situação de sobrevivência com má qualidade de vida”, salienta o Presidente da Liga Portuguesa Contra o Cancro, Vítor Veloso.
A Liga Portuguesa Contra o Cancro apela assim, por ocasião do Dia Europeu dos Direitos dos Doentes, a uma ação concertada entre as autoridades de saúde e o Governo para garantir que os direitos dos doentes oncológicos sejam respeitados. A redução dos tempos de espera é um passo fundamental para assegurar um acesso atempado e de qualidade aos cuidados de saúde.
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