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Rosa foi o “tom” de alerta de 15.000 pessoas para a prevenção do cancro da mama
Coimbra, Aveiro, Castelo Branco, Covilhã, Guarda, Leiria e Viseu foram as sete cidades da região Centro a receber os cerca de 15 mil participantes nas caminhadas “Pequenos Passos, Grandes Gestos®”, organizadas pelo Núcleo Regional do Centro da Liga Portuguesa Contra o Cancro.
Integradas no “Outubro Rosa” – mês de prevenção do cancro da mama, as caminhadas “Pequenos Passos, Grandes Gestos®” (PPGG) - organizadas pelas 93 voluntárias que, atualmente, integram as extensões do “Movimento Vencer e Viver” - são conhecidas por congregar milhares de pessoas, no mesmo dia e à mesma hora numa ação solidária e de sensibilização para a prevenção do cancro da mama.
Este ano, a adesão verificada superou a de anos anteriores, acolhendo, na sua 13.ª edição, as cerca de 15 mil pessoas distribuídas pelas sete cidades da região Centro onde existem extensões de funcionamento do “Movimento Vencer e Viver”, movimento de entreajuda que visa o apoio à mulher desde o momento em que é diagnosticado um cancro da mama. Ascende, assim, aos 135.000 o número total de participantes nesta iniciativa desde a sua primeira edição, em 2010, e mais de 700 mil euros angariados, valor que possibilita a continuidade da missão da LPCC, nomeadamente através da aquisição de equipamentos essenciais para o diagnóstico do cancro da mama.
Assim, no sábado, 14 de outubro, o rosa foi o “tom” de alerta para a importância da prevenção do cancro da mama nos sete locais previamente definidos: Praça da República (Coimbra), Mercado D. Manuel Firmino (Aveiro), Centro Cívico (Castelo Branco), Jardim do Lago (Covilhã), Alameda de Santo André (Guarda), Jardim Luís de Camões (Leiria) e Largo do Rossio (Viseu).
Recorde-se que a Liga Portuguesa Contra o Cancro, em representação da EUROPA DONNA PORTUGAL (Coligação Europeia Contra o Cancro da Mama) e através do “Movimento Vencer e Viver”, promove a iniciativa “Outubro Rosa”, com o objetivo de sensibilizar a sociedade para a problemática do cancro de mama e da sua prevenção e de divulgar os serviços de apoio que disponibiliza à mulher, familiares e cuidadores.
Segundo os dados mais recentes do Observatório Global do Cancro da União Internacional de Controlo do Cancro, o cancro da mama é o tipo de cancro mais comum entre as mulheres (mais incidente e prevalente), além de ser, também, a principal causa de morte por cancro no sexo feminino. Ainda assim, se diagnosticado e tratado precocemente, tem uma probabilidade de cura de até 90%, reforçando a importância da prevenção e diagnóstico precoce para o aumento da sobrevivência e manutenção da qualidade de vida.
Estes números justificam a particular atenção e intervenção social da Liga Portuguesa Contra o Cancro que promove várias iniciativas neste âmbito, nomeadamente, e desde 1990, o rastreio de cancro da mama que é realizado, atualmente, a mulheres dos 50 aos 69 anos – grupo etário definido pelo Ministério da Saúde -, mas que recomendações recentes da União Europeia apontam dever ser alargado para dos 45 aos 74 anos.
Segundo os últimos dados conhecidos (2020), estima-se que, no nosso país, 7000 mulheres tenham sido diagnosticadas com cancro da mama e 1800 tenham morrido com esta doença. Apesar de ser o tipo de cancro mais incidente na mulher, cerca de um em cada 100 cancros da mama desenvolvem-se no homem.
Este ano, a adesão verificada superou a de anos anteriores, acolhendo, na sua 13.ª edição, as cerca de 15 mil pessoas distribuídas pelas sete cidades da região Centro onde existem extensões de funcionamento do “Movimento Vencer e Viver”, movimento de entreajuda que visa o apoio à mulher desde o momento em que é diagnosticado um cancro da mama. Ascende, assim, aos 135.000 o número total de participantes nesta iniciativa desde a sua primeira edição, em 2010, e mais de 700 mil euros angariados, valor que possibilita a continuidade da missão da LPCC, nomeadamente através da aquisição de equipamentos essenciais para o diagnóstico do cancro da mama.
Assim, no sábado, 14 de outubro, o rosa foi o “tom” de alerta para a importância da prevenção do cancro da mama nos sete locais previamente definidos: Praça da República (Coimbra), Mercado D. Manuel Firmino (Aveiro), Centro Cívico (Castelo Branco), Jardim do Lago (Covilhã), Alameda de Santo André (Guarda), Jardim Luís de Camões (Leiria) e Largo do Rossio (Viseu).
Recorde-se que a Liga Portuguesa Contra o Cancro, em representação da EUROPA DONNA PORTUGAL (Coligação Europeia Contra o Cancro da Mama) e através do “Movimento Vencer e Viver”, promove a iniciativa “Outubro Rosa”, com o objetivo de sensibilizar a sociedade para a problemática do cancro de mama e da sua prevenção e de divulgar os serviços de apoio que disponibiliza à mulher, familiares e cuidadores.
Segundo os dados mais recentes do Observatório Global do Cancro da União Internacional de Controlo do Cancro, o cancro da mama é o tipo de cancro mais comum entre as mulheres (mais incidente e prevalente), além de ser, também, a principal causa de morte por cancro no sexo feminino. Ainda assim, se diagnosticado e tratado precocemente, tem uma probabilidade de cura de até 90%, reforçando a importância da prevenção e diagnóstico precoce para o aumento da sobrevivência e manutenção da qualidade de vida.
Estes números justificam a particular atenção e intervenção social da Liga Portuguesa Contra o Cancro que promove várias iniciativas neste âmbito, nomeadamente, e desde 1990, o rastreio de cancro da mama que é realizado, atualmente, a mulheres dos 50 aos 69 anos – grupo etário definido pelo Ministério da Saúde -, mas que recomendações recentes da União Europeia apontam dever ser alargado para dos 45 aos 74 anos.
Segundo os últimos dados conhecidos (2020), estima-se que, no nosso país, 7000 mulheres tenham sido diagnosticadas com cancro da mama e 1800 tenham morrido com esta doença. Apesar de ser o tipo de cancro mais incidente na mulher, cerca de um em cada 100 cancros da mama desenvolvem-se no homem.
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