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Aparelho doado pela LPCC facilita extração de sangue

Aparelho doado pela LPCC facilita extração de sangue
No âmbito da sua missão de apoio ao doente oncológico e respetiva família, de promoção da saúde e prevenção do cancro, mas também de estímulo à formação e investigação em oncologia,
a Liga Portuguesa Contra o Cancro, através do Núcleo Regional da Madeira, fez uma doação de um aparelho VeinViewer Flex, ao SESARAM.
Trata-se de uma iniciativa que “vem servir de complemento ao trabalho realizado pelo Serviço Regional de Saúde, mas que está também enquadrada na componente da humanização e solidariedade, assente na melhoria da qualidade de vida dos doentes”, conforme salientou o presidente do Núcleo Regional da Madeira, Ricardo Sousa.
Com imagens em HD (alta definição) e tecnologia exclusiva Df2 (Digital full field), o  VeinViewer é o único visualizador de veias que oferece benefícios para os pacientes  durante todo o procedimento.
Além disso, o VeinViewer possui uma tecnologia patenteada AVIN TM (Navegação Ativa por Imagem Vascular), que permite visualizar padrões de sangue (hematoma, infiltração e extravasamento) até 15mm de profundidade e veias clinicamente relevantes até 10mm de profundidade.
Com o VeinViewer os profissionais podem ver além de veias periféricas, bifurcações, válvulas venosas e avaliar em tempo real o reenchimento do vaso "fluxo sanguíneo". Com a visualização Pré, Durante e Pós procedimento, os profissionais potencialmente evitam complicações de punção inadequada.
Ricardo Sousa salienta que “esta é uma nova tecnologia que vem certamente introduzir melhorias nas intervenções que têm de ser realizadas junto dos doentes, proporcionando-lhes um maior conforto na extração de sangue, sobretudo naquelas pessoas em que existe uma maior dificuldade em encontrar veias viáveis, por se encontrarem mais profundas e estarem, assim, menos percetíveis ao olho humano. Situação que se torna mais pertinente para aquelas pessoas que estão a lidar com uma doença grave e emocionalmente desgastante, como são as do foro oncológico”.
 
Por Núcleo Regional da Madeira a 07 de Abril 2019

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