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LPCC assina Protocolo para promover rastreios ao cancro oral nas prisões portuguesas

 LPCC assina Protocolo para promover rastreios ao cancro oral nas prisões portuguesas
A realização de um projeto piloto de rastreio ao cancro oral, recentemente promovido pelo NRS da Liga Portuguesa Contra o Cancro no Estabelecimento Prisional de Lisboa (EPL), foi o ponto de partida para a identificação da necessidade de estender o rastreio ao resto do País. 
O NRS da LPCC promoveu o rastreio junto de mais de 80 reclusos do EPL, maioritariamente fumadores, que voluntariamente aderiram à iniciativa. 
 
“Face à experiência que tivemos no EPL, com elevada participação dos reclusos, a LPCC decidiu estender o rastreio a outros estabelecimentos prisionais do país, para a realização de rastreios, com o apoio da Direção Geral de Reinserção de Serviços Prisionais (DGRSP)”, adianta o presidente da LPCC, Engº Francisco Cavaleiro de Ferreira, que alerta para o facto dos reclusos constituírem um grupo de risco para o desenvolvimento do cancro oral.
Os rastreios serão promovidos junto de reclusos com idade igual ou superior a 40 anos. Os casos suspeitos identificados a partir do rastreio ao cancro oral, serão depois encaminhados para o Serviço Nacional de Saúde.

O cancro oral é identificado com um conjunto de tumores malignos que afetam qualquer localização da cavidade oral, dos lábios à garganta. É o 6º cancro mais comum em todo o mundo, o que corresponde a cerca de 2,8 por cento de todas as neoplasias, sendo mais frequente nos homens, acima dos 40 anos de idade.
 
02 de Novembro 2022

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