Na luta contra o cancro, o melhor papel é ajudar.
Qual papel?
Não falamos de um papel de personagem. Nem de um papel em cena.
Falamos do papel mais importante de todos: o de ajudar.
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O cancro é uma experiência marcante na vida de doentes, familiares e amigos. O choque do diagnóstico, as limitações associadas aos tratamentos e a incerteza quanto ao futuro, contribuem para um sentimento de tristeza, solidão e angústia. Com estes testemunhos pretendemos incrementar a partilha de vivências entre aqueles a quem já foi diagnosticada uma doença oncológica ou que acompanharam de perto esta experiência.
Testemunhos
  • Corria o mês de Julho, quando a minha mãe foi solicitada para realizar o rastreio do cancro da mama. Ao princípio recusou, na verdade, nunca gostou de...Joana Rocha, 18 anos, Mama, 2012Ler mais
  • Olá amigos! Vou começar por dar o meu testemunho, que no fundo terá algo em comum com várias pessoas que, tal como eu, estão a passar ou passaram por...Ana Mateus, 52 anos, Mama, 2011Ler mais
  • Olá, antes de mais uma palavra de muita força e coragem para quem sente esta dor. Em novembro de 2011 foi detetado um carcinoma adenóide quistico ao meu...carla santos, 35 anos, Boca-Língua, 2010Ler mais
  • Em outubro de 2010 deixei de tomar a pílula para ter outro filhote. Passados alguns dias, no meu trabalho, que era ser operadora de ordenha, senti uma dor...SOFIA FERNANDES, 30 anos, Mama, 2011Ler mais
Idade
Sexo
Tipo de Cancro
Tipo de Testemunho
 
478 Testemunhos
  • Em fevereiro de 2007 foi-me diagnosticado um cancro de mama. Depois da biópsia veio o resultado, o que eu mais receava, o chão a fugir dos pés, o medo dentro de mim... Caminhar para o desconhecido penso que é uma sensação inexplicável.Fui operada uma primeira vez retirei localmente o tumor, a cirurgia correu bem, os médicos tinham um...Elsa Valentina Campos Pinto, 40 anos, Mama, 2007, DoenteLer mais
  • Há 30 anos venci um cancro que estava alojado na nasofaringe. (…)Consegui vencer o cancro e vou gerindo os efeitos colaterais da radioterapia que são cada vez mais desafiantes para os médicos e para a minha resiliência e determinação.Onde o comum dos mortais vê problemas, eu vejo...Eugenia Lopes, 49 anos, Linfoma Não Hodgkin, 1989, DoenteLer mais
  • Fez no passado dia 1 de Abril 6 meses que, tanto eu como a minha família tomámos conhecimento da notícia mais inesperada e triste que poderíamos alguma vez imaginar. Apesar se fazer meio ano no dia 1 de Abril e de desejar que tudo isto fosse um grande mentira, foi das coisas mais reais e marcantes da minha vida! Pode...Fábio Farto Pereira, 24 anos, Colo-Rectal (Intestino), 2015, FamiliarLer mais
  • O medo.Resumidamente, a essência do cancro é o medo. O cancro mata e isto não há como negar, mas o medo corroí-nos por dentro de uma forma irreversível e, sem nos apercebermos, entramos num jogo de - quase - demência em que tudo nos remete para um retorno da doença.Parece assustador...Fábio Fonseca, 24 anos, Linfoma Não Hodgkin, 2018, DoenteLer mais
  • Decorridos oito anos, ainda consigo trazer para o papel um percurso duro na sua essência mas repleto de força, a força que nos chega das gargalhadas que se dão, que se deram, que se entregaram e se multiplicaram.Ninguém jamais saberá qual a percentagem de força de que somos feitos. Jamais será possível exigir, esperar, estar...Fátima Bernardo, 47 anos, Mama, 2007, DoenteLer mais
  • Como tenho antecedentes familiares com cancro da mama, comecei a fazer exames de rotina aos 35 anos.E foi aos 40 anos, após um desses exames de rotina, que houve uma suspeita. Fui operada e retirei a mama. Passados 4 anos fiz reconstrução.Saliento a importância dos exames de rotina, para que o cancro possa ser detetado numa fase...Felícia Ferreira, 55 anos, Mama, 1998, DoenteLer mais
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