Na luta contra o cancro, o melhor papel é ajudar.
Qual papel?
Não falamos de um papel de personagem. Nem de um papel em cena.
Falamos do papel mais importante de todos: o de ajudar.
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O cancro é uma experiência marcante na vida de doentes, familiares e amigos. O choque do diagnóstico, as limitações associadas aos tratamentos e a incerteza quanto ao futuro, contribuem para um sentimento de tristeza, solidão e angústia. Com estes testemunhos pretendemos incrementar a partilha de vivências entre aqueles a quem já foi diagnosticada uma doença oncológica ou que acompanharam de perto esta experiência.
Testemunhos
  • Olá, o meu nome é Eduarda. No passado dia 9 de março 2012, foi-me diagnosticado cancro de mama. Após um “longo” tratamento de quimioterapia, longo...Maria Cunha, 37 anos, Mama, 2012Ler mais
  • Conheci o cancro na primeira pessoa há um ano atrás. Há um ano e um mês que convivo diariamente com ele, trato-o por tu, mas recuso-me a deixar que ele...Anita Chouriço, 39 anos, Mama, 2010Ler mais
  • Tudo começou numa tarde de calor, em que estava com um grupo de amigos e o meu namorado no rio.Na manhã seguinte, ao acordar, apalpei um diminuto...Débora Faria, 22 anos, Linfoma Hodgkin, 2014Ler mais
  • Todos os anos, a partir dos 60 anos, realizava análises clínicas para verificação dos níveis de PSA e só aos 69 anos, em 2013, os níveis passaram dos...Marco Vedovelli, 70 anos, Próstata, 2013Ler mais
Idade
Sexo
Tipo de Cancro
Tipo de Testemunho
 
478 Testemunhos
  • Em fevereiro de 2007 foi-me diagnosticado um cancro de mama. Depois da biópsia veio o resultado, o que eu mais receava, o chão a fugir dos pés, o medo dentro de mim... Caminhar para o desconhecido penso que é uma sensação inexplicável.Fui operada uma primeira vez retirei localmente o tumor, a cirurgia correu bem, os médicos tinham um...Elsa Valentina Campos Pinto, 40 anos, Mama, 2007, DoenteLer mais
  • Há 30 anos venci um cancro que estava alojado na nasofaringe. (…)Consegui vencer o cancro e vou gerindo os efeitos colaterais da radioterapia que são cada vez mais desafiantes para os médicos e para a minha resiliência e determinação.Onde o comum dos mortais vê problemas, eu vejo...Eugenia Lopes, 49 anos, Linfoma Não Hodgkin, 1989, DoenteLer mais
  • Fez no passado dia 1 de Abril 6 meses que, tanto eu como a minha família tomámos conhecimento da notícia mais inesperada e triste que poderíamos alguma vez imaginar. Apesar se fazer meio ano no dia 1 de Abril e de desejar que tudo isto fosse um grande mentira, foi das coisas mais reais e marcantes da minha vida! Pode...Fábio Farto Pereira, 24 anos, Colo-Rectal (Intestino), 2015, FamiliarLer mais
  • O medo.Resumidamente, a essência do cancro é o medo. O cancro mata e isto não há como negar, mas o medo corroí-nos por dentro de uma forma irreversível e, sem nos apercebermos, entramos num jogo de - quase - demência em que tudo nos remete para um retorno da doença.Parece assustador...Fábio Fonseca, 24 anos, Linfoma Não Hodgkin, 2018, DoenteLer mais
  • Decorridos oito anos, ainda consigo trazer para o papel um percurso duro na sua essência mas repleto de força, a força que nos chega das gargalhadas que se dão, que se deram, que se entregaram e se multiplicaram.Ninguém jamais saberá qual a percentagem de força de que somos feitos. Jamais será possível exigir, esperar, estar...Fátima Bernardo, 47 anos, Mama, 2007, DoenteLer mais
  • Como tenho antecedentes familiares com cancro da mama, comecei a fazer exames de rotina aos 35 anos.E foi aos 40 anos, após um desses exames de rotina, que houve uma suspeita. Fui operada e retirei a mama. Passados 4 anos fiz reconstrução.Saliento a importância dos exames de rotina, para que o cancro possa ser detetado numa fase...Felícia Ferreira, 55 anos, Mama, 1998, DoenteLer mais
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