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Maria da Conceição Cadete Ferreira

50 anos Mama, 2004, Doente
Nunca escrevi sobre este assunto em lado nenhum, mas parece-me que o meu testemunho pode dar esperança a outros. No ano 2000, o meu filho, na altura com 2 anos de idade, foi diagnosticado com um rabdomiosarcoma, um tipo de cancro se não raro, pelo menos com um nome que não é muito comum ouvirmos. O mundo ruiu, pensei que o diagnóstico estava errado. Enfim, passei por aquilo que todos os pais que ouvem "o seu filho tem um cancro" passam e é inimaginável para todos os outros. Foi um ano em que me encontrei numa espécie de transe, entre quimioterapias, cirurgias e radioterapias. Depois de muitos momentos muito difíceis, nos quais nunca, mas nunca deixei de acreditar, tudo acabou da melhor maneira. Passaram 3 anos e, numa situação em que tudo indiciava não existirem grandes problemas, foi-me diagnosticado um carcinoma da mama. Nem podia acreditar! Depois de tudo o que tinha passado com o meu filho, agora iria passar por tudo novamente. Não tinha nenhum fator de risco nem antecedentes, como é que aquilo estava a acontecer? A minha primeira reação foi má, mas depois pensei "se o meu filho aguentou, eu também vou aguentar e ultrapassar isto". Felizmente tudo correu da melhor maneira. Realizei uma mastectomia mas não precisei de fazer quimioterapia nem radioterapia. Passaram 11 anos e estamos os dois bem, super unidos e com uma cumplicidade muito especial. Por isso, nunca deixem de ter esperança e acreditar. E no fundo, até acho que sou uma pessoa de sorte porque correu tudo bem.
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