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Maria de fátima Peixoto

37 anos Mama, 2010, Doente
Neste meu testemunho não é minha intenção descrever os medos, as angústias, os receios ou o desânimo que por vezes teimam em nos perseguir. Tenho por convicção que, não sendo diferente de qualquer ser humano, apraz-me dizer que, perante situações avassaladoras a que assisti, reconheço que encarei o problema com alguma frieza, sem nunca me faltar a coragem para vencer. Durante 1 ano o IPO foi a minha casa, admito que cheguei a criar alguma dependência da instituição. Aliás, foi com algum desânimo e ao mesmo tempo receio que encarei o facto de que passava a ter consultas apenas trimestrais! Das pessoas, de algumas guardo algum carinho e gratidão. O que eu sentia é que era mais uma... Essa sensação dói, dada a nossa fragilidade perante o problema. O meu apreço vai inteiramente para os técnicos, os auxiliares, os enfermeiros, esses que se dedicam de corpo e alma. Têm sempre um gesto de carinho, de simpatia. Para eles o meu obrigada, por tudo o que me deram e pelo que me tentaram dar e que eu recusei!
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