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Pedro Beleza Moreira de Castro e Lemos

19 anos Linfoma Hodgkin, 2008, Familiar
Tinha eu 16 anos quando soube que o meu pai estava doente. Foi-lhe detetado um linfoma de Hodgkin e passei momentos bastante complicados. A cada dia que passa, penso no que me aconteceu a mim e à minha família. Graças a Deus, o meu pai conseguiu tratar-se, superou o problema, mas mudou algo na minha vida. Li uma vez que mais importante do que o problema, do que a própria luta contra a doença é a resposta psicológica que se dá ao problema. Concordo plenamente, e aproveito para aconselhar a todos aqueles que combatem a doença, a não deixarem que este problema mude radicalmente a vida das pessoas que rodeiam o doente. O meu pai na altura não me conseguiu dizer qual era o seu problema e, apesar de saber que essa sua intenção era positiva, não deixou de me magoar. A comunicação entre o doente e as pessoas que o rodeiam é essencial. É fundamental mantermos o equilíbrio emocional, passei por uma situação complicada e sei que se fizermos tudo para tornarmos as nossas vidas normais podemos ganhar muito com isso. Aconselho também a não sermos pessimistas e a olhar para a vida como uma corrida. Acontecem problemas a toda a gente. Temos é de continuar a correr e a lutar ou ajudar a lutar aqueles que combatem este problema de saúde. Pode acontecer tudo na nossa vida, mas não podemos nunca perder a alegria e a vontade de viver. “Aquilo que não nos mata, torna-nos mais fortes”
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