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sonia ramos

33 anos Estômago, 1998, Familiar
Em junho de 1998 foi diagnosticado ao meu pai cancro no estômago. Quando soubemos do diagnóstico foi como se o mundo estivesse a desabar sobre nós... Entre uma operação e vários tratamentos de quimioterapia passaram-se 6 meses... No dia 18 de dezembro o céu ganhou mais uma estrelinha e eu fiquei muito pobre, fiquei sem o meu pai, o meu pai querido partiu e não queria partir; de nada valeu a sua luta e a sua força contra esta doença. Em abril de 2002 esta maldita doença voltou a bater-nos à porta. Foi diagnosticado à minha mãe cancro do colo do útero e mais uma vez fiquei sem um bocado de mim. No dia 29 de abril de 2009 a minha mãe partiu sem ter tempo para se despedir. Porquê a mim, porquê aos meus pais queridos que queriam tanto viver, porque é que a desgraça bateu duas vezes à minha porta? Estas são algumas das perguntas que eu faço várias vezes ao dia a mim própria e às quais não consigo ter uma resposta. Neste momento só consigo ter uma certeza: é que se esta maldita doença me bater à porta não vai ficar cá muito tempo porque eu vou conseguir mandá-la ir embora e sabem porquê? Porque tenho um filho que amo acima de tudo e nunca vou deixar que ele algum dia sinta a minha falta, nunca o vou deixar passar por todo este sofrimento que sinto neste momento. Muita força a todos e lembrem-se sempre que fazem sempre muita falta a alguém...
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