Qual papel?Não falamos de um papel de personagem. Nem de um papel em cena.
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Luciana Monteiro

“Todos os dias na minha atividade profissional aprendo que as coisas mais belas, não podem ser vistas, mas sim sentidas com coração! Obrigado a todos os doentes do Centro de Dia!”
Luciana Monteiro, 32 anos, Assistente Social no Centro de Dia
Quando aceitei vir trabalhar para a Liga Portuguesa Contra o Cancro, não imaginei que iria viver grande parte dos meus dias, numa sala tão especial e mágica! Uma sala feita de pessoas com histórias especiais e com vivências muito ricas. Por pessoas que se iam ligar à nossa resposta social como se família fossemos (e que na verdade somos muitas vezes).
Por mim já passaram inúmeros doentes e famílias, não existe nenhum que não nos tenha “tocado” com lembranças, sorrisos, mensagens! Enquanto responsável deste espaço a principal missão é a de proporcionar diariamente momentos de bem-estar, afeto, atenção e carinho! Sabemos que cumprimos a nossa missão quando os doentes nos dizem que se esquecem que estão em contexto hospitalar, ou quando, que o “efeito Centro de Dia” é maior que qualquer medicação!
Pelas palavras de Alberto Caeiro (Fernando Pessoa), um dia me leram:
“O que é preciso é ser-se natural e calmo
Na felicidade ou na infelicidade,
Sentir como quem olha,
Pensar como quem anda,
E quando se vai morrer, lembrar-se de que o dia morre,
E que o poente é belo e é bela a noite que fica...
Assim é e assim seja...”.
Obrigado aos doentes por tudo o que nos deixam no coração!
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